A vida corpórea não é mais do que uma ilusão. O corpo é barro nas mãos de Deus. Mas aquilo que é realmente importante, a energia que nos anima o corpo, quase ninguém a consegue ver, pois é invisível para os olhos. Apenas alguns afortunados a conseguem percepcionar. São estes últimos, aqueles que falam com os espíritos que nos acompanham da nascença até à morte… e fazendo-lhes perguntas, conhecem o nosso passado, o nosso presente, e assim conseguem «adivinhar» o nosso futuro…!!...
A.D.
Do erotismo das palavras que dão sabor à língua. Dos (v)entres verciais dos poemas. Das rimas, do ritmo, da vida em cada (v)erso. Um UNIVERSO inteiro de sentimentos aqui se apresenta. Em actos explícitos ou outros. Cada intenção é definida como um imperativo, como algo que se deseja e concretiza na imaginação do poeta. Cada poema mostra a nu, todo o turbilhão de sentimentos que deu origem a esta obra: «(O) Códex de (e)ros…!!...».
O «(O) Códex de (e)ros…!!...» É portanto uma obra de cariz sensual e sexualmente explícita. Liberta-te de todos os preconceitos e aprecia o belo nas palavras. Aprecia a sensualidade e a provocação nos poemas mais francos que farão desabrochar à flor da pele todos os desejos e fantasias que normalmente se reprimem.
O «(O) Códex de (e)ros…!!...» É um livro
de provocação. É um livro que desperta os sentidos e nos conduz em direção
à LIBERTAÇÃO SEXUAL.
Não é contudo um
livro libertino, nem deverá ser entendido desta forma.
É sim o resultado do
despir do preconceito;
o resultado de uma vontade de ser livre; o exercício da LIBERDADE intelectual materializada na forma de poemas eróticos
alguns, e sexualmente explícitos, outros.
À mistura poderão ser encontrados alguns outros poemas que
não se enquadram nestas duas categorias, mas que emergiram espontaneamente
aquando da escrita desta obra.
Cada indivíduo é único na personalidade, sexualidade, desejos e fantasias. Contudo é desta natureza única e tão específica a cada um de nós, que nasce a vontade e o desejo de se encontrar a tão cobiçada alma gémea.
Esta busca pode terminar quando aprendemos a aceitar o outro
na diferença (e desta forma damos espaço para que se estabeleçam pontes, pontos
de concordância enaltecendo as características comuns), ou então continuar
indefinidamente sem nunca encontrarmos o parceiro ou parceira certos, se pura e
simplesmente nos focalizamos apenas no que somos desejando que os outros sejam
iguais a nós. Quanto mais depressa aprendermos isto, mais depressa
encontraremos a paz interior que nos permitirá contribuir para a construção de
um mundo mais tolerante, mais justo, menos preconceituoso… em suma um MUNDO
MELHOR…
Somos todos diferentes… e na aceitação da diferença seremos
todos iguais…!!...
Desfrutem…!!...






















