segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

3r071k4


A vida corpórea não é mais do que uma ilusão. O corpo é barro nas mãos de Deus. Mas aquilo que é realmente importante, a energia que nos anima o corpo, quase ninguém a consegue ver, pois é invisível para os olhos. Apenas alguns afortunados a conseguem percepcionar. São estes últimos, aqueles que falam com os espíritos que nos acompanham da nascença até à morte… e fazendo-lhes perguntas, conhecem o nosso passado, o nosso presente, e assim conseguem «adivinhar» o nosso futuro…!!...

A.D.




Do erotismo das palavras que dão sabor à língua. Dos (v)entres verciais dos poemas. Das rimas, do ritmo, da vida em cada (v)erso. Um UNIVERSO inteiro de sentimentos aqui se apresenta. Em actos explícitos ou outros. Cada intenção é definida como um imperativo, como algo que se deseja e concretiza na imaginação do poeta. Cada poema mostra a nu, todo o turbilhão de sentimentos que deu origem a esta obra: «(O) Códex de (e)ros…!!...».



O «(O) Códex de (e)ros…!!...» É portanto uma obra de cariz sensual e sexualmente explícita. Liberta-te de todos os preconceitos e aprecia o belo nas palavras. Aprecia a sensualidade e a provocação nos poemas mais francos que farão desabrochar à flor da pele todos os desejos e fantasias que normalmente se reprimem.

O «(O) Códex de (e)ros…!!...» É um livro de provocação. É um livro que desperta os sentidos e nos conduz em direção à LIBERTAÇÃO SEXUAL.

Não é contudo um livro libertino, nem deverá ser entendido desta forma.

É sim o resultado do despir do preconceito; o resultado de uma vontade de ser livre; o exercício da LIBERDADE intelectual materializada na forma de poemas eróticos alguns, e sexualmente explícitos, outros.

À mistura poderão ser encontrados alguns outros poemas que não se enquadram nestas duas categorias, mas que emergiram espontaneamente aquando da escrita desta obra.













Cada indivíduo é único na personalidade, sexualidade, desejos e fantasias. Contudo é desta natureza única e tão específica a cada um de nós, que nasce a vontade e o desejo de se encontrar a tão cobiçada alma gémea.

Esta busca pode terminar quando aprendemos a aceitar o outro na diferença (e desta forma damos espaço para que se estabeleçam pontes, pontos de concordância enaltecendo as características comuns), ou então continuar indefinidamente sem nunca encontrarmos o parceiro ou parceira certos, se pura e simplesmente nos focalizamos apenas no que somos desejando que os outros sejam iguais a nós. Quanto mais depressa aprendermos isto, mais depressa encontraremos a paz interior que nos permitirá contribuir para a construção de um mundo mais tolerante, mais justo, menos preconceituoso… em suma um MUNDO MELHOR…

 

Somos todos diferentes… e na aceitação da diferença seremos todos iguais…!!...


Desfrutem…!!...




Sem comentários:

Enviar um comentário